Nossos Comitês
Cenários reais, desafios complexos. Explore as arenas de debate do POLIS, escolha seu comitê e prepare-se para negociar o futuro global e nacional.
Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU)
Tema: A Crise Multifacetada no Iêmen: Colapso Humanitário Sistêmico e a Paralisação do Comércio Marítimo Global no Mar Vermelho
O órgão máximo de manutenção da paz e segurança internacional. No CSNU, os delegados lidarão com uma das emergências mais complexas da atualidade, exigindo diplomacia de alto nível. As negociações focarão na mediação do conflito armado iemenita, na mitigação da catástrofe humanitária e na urgência de proteger rotas logísticas vitais no Mar Vermelho, equilibrando interesses geopolíticos com a preservação de vidas.
Conselho de Direitos Humanos (CDH)
Tema: Violência Institucional e População Jovem e Negra: Os impactos das políticas de "Guerra às Drogas" e da militarização policial nas Américas
O epicentro das discussões humanitárias globais. Neste comitê, os delegados enfrentarão a urgência do racismo estrutural e da violência de Estado. O debate exigirá uma análise crítica profunda sobre a letalidade policial e o fracasso histórico das políticas repressivas antidrogas, buscando resoluções internacionais que protejam a juventude negra e garantam o pleno respeito aos direitos civis no continente americano.
Tema: Criptografia quântica e dilema estatal: Quem terá domínio nas novas tecnologias quânticas
O principal fórum de cooperação econômica e tecnológica internacional. Os líderes das maiores potências debaterão a iminente revolução da computação quântica e seus impactos irreversíveis na segurança cibernética global. As discussões focarão na corrida tecnológica, na proteção de dados sensíveis e no desafio de estabelecer uma governança internacional que evite o monopólio e o uso bélico dessas inovações disruptivas.
Grupo dos Vinte (G20)
Tema: A Ineficiência Estatal frente ao Crime Organizado e a sua classificação como Terrorismo.
Um comitê voltado para a complexidade da política e legislação brasileira. Os parlamentares debaterão a crise de segurança pública, os limites da intervenção do Estado e as profundas implicações jurídicas e sociais de classificar grandes facções criminosas como organizações terroristas.






