G20
Criptografia quântica e dilema estatal: Quem terá domínio nas novas tecnologias quânticas
Modelo de simulação: Chefe de Estado
Sobre o Tema
Vivemos a iminência de uma revolução tecnológica sem precedentes que ameaça reconfigurar o poder global. Com o avanço acelerado da computação quântica, aproxima-se rapidamente o momento em que os métodos criptográficos atuais — que protegem desde o sistema financeiro global até dados sigilosos de inteligência e infraestruturas críticas dos governos — se tornarão obsoletos e facilmente decifráveis. A raiz deste novo dilema internacional não é apenas científica, mas profundamente geopolítica: o avanço tecnológico está muito à frente da regulamentação, criando uma vulnerabilidade imensa para a segurança cibernética e a soberania das nações.
Neste cenário de urgência, instaura-se uma nova "Guerra Fria" tecnológica. O debate central que se impõe à comunidade internacional recai sobre o controle, o monopólio e os riscos dessa tecnologia.
De um lado, as grandes potências mundiais travam uma corrida silenciosa e bilionária para alcançar a "supremacia quântica", buscando garantir hegemonia militar, econômica e de espionagem inquestionável. Do outro lado, levanta-se a urgência de estabelecer acordos globais para evitar que esse avanço crie um abismo cibernético insuperável entre as nações, deixando os países em desenvolvimento completamente expostos. O grande dilema que os líderes mundiais enfrentam é: o futuro da tecnologia quântica será ditado por uma corrida armamentista e pelo sigilo estatal de poucos, ou regulado por tratados de cooperação e segurança compartilhada?




Seu papel como Chefe de Estado
Como líder máximo da sua nação neste comitê, o seu desafio transcende a política interna; você está a jogar no tabuleiro da alta diplomacia e da segurança global. Em um cenário onde a informação e os dados são os recursos mais valiosos, a sua postura e as suas alianças dependerão diretamente do peso geopolítico e da capacidade tecnológica do país que você representa.
As posições neste debate irão variar drasticamente. Se você chefia uma superpotência, o seu objetivo primário pode ser proteger a sua propriedade intelectual, manter a dianteira na corrida quântica e assegurar que qualquer regulamentação internacional não freie o seu avanço ou a sua hegemonia. Em contrapartida, se você representa uma nação em desenvolvimento, a sua missão urgente será formar blocos estratégicos para exigir transferência de tecnologia, cooperação internacional e garantias de que o seu país não ficará à mercê da espionagem ou da exclusão digital.
A sua responsabilidade máxima será defender a soberania do seu Estado. Você precisará usar toda a sua habilidade diplomática, poder de negociação e oratória para costurar tratados, impor limites éticos ou forjar alianças de defesa cibernética. Nas suas mãos está a responsabilidade de posicionar o seu país de forma segura na nova ordem mundial ditada pela era quântica.
Esther Bryce
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